O Grupo Lusiaves, fundado na Marinha das Ondas, conseguiu, até final de 2016, valorizar 97% dos resíduos que produziu durante esse ano e encaminhar 400 toneladas de cartão e plástico para reciclagem.

Num comunicado enviado à comunicação social, o Grupo refere que colabora com unidades de produção de adubos orgânicos, para onde direciona resíduos de lamas de ETAR e cinzas, que são, posteriormente, utilizados na valorização agrícola de solos.

Também com o objetivo de prevenir os impactes inerentes à atividade no âmbito dos resíduos,
o grupo pretende implementar medidas que permitam reduzir a quantidade de resíduos de embalagem de produtos de limpeza e desinfeção produzidos anualmente. Neste sentido, pretende-se substituir as embalagens de pequena dimensão, e que não podem ser reutilizadas, por embalagens de capacidade superior, com possibilidade de reutilização.

Desta forma, reduz-se a quantidade de resíduos produzidos, já que as embalagens poderão ser reutilizadas diversas vezes, contribuindo para a prevenção de impactos ambientais nos recursos naturais associados ao fabrico de novas embalagens.

A valorização em 97% alcançada pelo Grupo Lusiaves permite assim contribuir para a preservação dos recursos naturais e consequentemente reduzir o impacto ambiental inerente à atividade, uma vez que estes resíduos, ao invés de serem destruídos, são utilizados como matéria-prima, no fabrico de novos produtos ou utilizados em processos de valorização agrícola.

Destaque também para o facto de 75% das unidades produtivas do Grupo Lusiaves, que integra mais de 20 empresas e que conta com 41 unidades distribuídas por 24 concelhos, incluírem o licenciamento ambiental PCIP – Prevenção e Controlo Integrado da Poluição. A licença prevê a aplicação de medidas que evitem ou reduzam as emissões da atividade para o ar, a água ou o solo, a prevenção e controlo do ruído e a produção de resíduos, com o objetivo de proteger o meio ambiente.