Os centros de saúde da região Centro vão reforçar o atendimento na Passagem de Ano, mantendo-se em funcionamento nos dias 31 de dezembro e 01 e 02 de janeiro, anunciou a tutela.

Em nota de imprensa, a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) afirma que os centros de saúde “que têm consulta aberta para atendimento de casos de doença aguda vão manter-se em funcionamento” no último dia de 2016 (sábado) e nos dois primeiros dias de 2017 (domingo e segunda-feira) “com reforço de equipas e, em caso de necessidade, prolongamento do horário praticado”.

“A consulta aberta, que funciona na maioria das unidades de saúde de cuidados de saúde primários da região Centro, dá resposta a situações de doença aguda não urgente, evitando as deslocações desnecessárias às urgências hospitalares”, explica a ARSC.

A medida, implementada no âmbito do Plano de Contingência para Temperaturas Extremas Adversas (PCTEA) – Módulo Inverno 2016/2017, abrange unidades de saúde dos Agrupamentos de Centros de Saúde da Região Centro (Baixo Mondego, Baixo Vouga, Cova da Beira, Pinhal Interior Norte, Pinhal Litoral e Dão Lafões) e das Unidades Locais de Saúde de Castelo Branco e da Guarda.

Estes estabelecimentos “estão a desenvolver estratégias locais que permitem aumentar a acessibilidade dos utentes e a capacidade de resposta dos cuidados de saúde primários”, sustenta a ARSC.

Entre outras estratégias, a Administração Regional de Saúde aponta uma “maior disponibilidade, em todos os período de consulta, para atendimento de doença aguda, eventual aumento do número de médicos em escala de consulta aberta e prolongamento de horário de funcionamento em caso de maior procura dos serviços garantindo resposta a todos os cidadãos com doença aguda”.

“Face ao período de baixas temperaturas e ao aumento significativo de procura de serviços de saúde, quer a nível das urgências hospitalares, quer dos cuidados de saúde primários, a Administração Regional de Saúde do Centro aconselha a que a população se dirija, com confiança, aos seus centros de saúde, às unidades de saúde familiar, às unidades de cuidados de saúde personalizados que estão preparados para responder, com eficácia e eficiência, a situações não urgentes, como a síndrome gripal ou a infeção respiratória”, adianta.