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As operações de dragagem à entrada da barra do porto da Figueira da Foz, a decorrer desde 5 de novembro, vão prolongar-se até ao dia 17, e têm um custo de 200 mil euros, revelou ontem a tutela.

Em comunicado, o Ministério do Mar indica que, tal como recomendando pelo Grupo de Trabalho criado por despacho da Ministra do Mar, “concluiu-se haver a necessidade de se efetuar a dragagem parcial da restinga (banco de areia submerso), ainda durante o presente ano civil, a fim de preventivamente melhorar as condições da acessibilidade portuária, especialmente para as embarcações de pesca e de recreio”

Assim, será dragado um volume total da restinga até 100.000 metros cúbicos (m3), com uma cota de dragagem menos 7 metros do Zero Hidrográfico, apresentando um custo de cerca 200 mil euros, a que acresce o valor do IVA.