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A concelhia social-democrata da Figueira da Foz visitou a freguesia de Lavos no passado sábado. O Pescódromo, “investimento relevante sobretudo pelo seu carácter inovador na oferta turística da cidade e pelo que representa no aproveitamento das condições naturais do estuário do Mondego e da captação de fundos Europeus que impulsionem a actividade económica tão necessária”, foi um dos locais visitados.

Em nota de imprensa, a oposição municipal refere que “apesar das mais valias, este investimento não conheceu da parte da Câmara Municipal mais do que o tratamento normal que é dado a um outro qualquer processo de licenciamento, bem como não houve da parte da câmara qualquer esforço no sentido da divulgação do projecto, o que se lamenta, tanto mais que nos anos recentes os projectos de investimento que pudessem ajudar a resolver o problema da elevada taxa de desemprego no concelho são praticamente inexistentes, ficando desta forma cada vez mais demonstrado a falta de vontade por parte do sr. presidente da Câmara Municipal na resolução da falta de emprego e consequente fixação de pessoas”.

O Museu de Sal, “outro equipamento que se considera importante, não só no aspecto educativo como também no campo turístico mas que lamentavelmente denota o pouco cuidado que a Câmara Municipal tem dado aos equipamentos ao seu cuidado”, foi o segundo local de visita.

O quartel general do comandante das tropas inglesas, que ajudaram no combate às invasões napoleónicas integrou o roteiro, com os elementos da concelhia PSD a manifestarem a sua estranheza pela “falta de interesse por parte do sr. presidente da Câmara e do sr. vereador da Cultura sobre o aproveitamento cultural e turístico deste espaço”.

No Centro Social de Lavos, a estrutura concelhia deparou-se “com uma direcção motivada e empenhada” e que estão “empenhados em aumentar as instalações, nomeadamente no campo do apoio à infância e à terceira idade com a admissão de mais crianças e a criação de um lar de terceira idade, existindo para isso um projecto aprovado, mas que carece de apoios para que possa ser levado a cabo”.

Segundo adianta o PSD local, “este centro tem ao seu serviço cerca de 20 funcionários, o que releva também de um importante papel ao nível do emprego na localidade e no concelho, pelo que também aqui se estranha o pouco para não dizer nulo acompanhamento e apoio que tem sido prestado pela Câmara Municipal, a exemplo de um concelho limítrofe”.