Club Privado – Convidado João Ataíde

O presidente da Câmara da Figueira da Foz defendeu hoje a realização de dragagens contínuas como forma de impedir o assoreamento da barra do porto local, onde em outubro de 2015 morreram cinco pescadores num naufrágio.

“É relativamente pacÍfico, e hoje já mais ou menos assente, que as dragagens continuas são absolutamente imprescindíveis para acautelar a segurança a entrada da barra”, disse João Ataíde.

“Devem-se acentuar para combater o processo de assoreamento”, adiantou.

Intervindo na reunião de hoje do executivo camarário, o autarca deu nota da realização de duas reuniões do grupo de acompanhamento da barra, criado pelo ministério do Mar na sequência dos acidentes que ali ocorreram.

“Fez-se um apelo à cooperação entre o ministério do Ambiente e o ministério do Mar”, adiantou o autarca, frisando que o ministério do Mar “está obrigado às dragagens necessárias” enquanto a tutela do Ambiente deve “repor areia para combater a erosão costeira”.

O grupo de acompanhamento da barra do porto da Figueira da Foz inclui representantes da administração e comunidade portuária, autarquia da Figueira da Foz, ministério do Mar, Agência Portuguesa do Ambiente e cooperativas e associações ligadas ao setor da pesca.