Um projecto intitulado Ponto de Acesso à Cultura (PAC) pretende levar arte e produção literária a 35 espaços “improváveis” da Figueira da Foz, desde restaurantes, um talho, uma sapataria, barbeiros ou clínicas dentárias, disse o promotor.

 

O PAC, que decorre até 15 de Agosto, “quer oferecer uma oportunidade a todos os amantes de arte de experienciarem o pulsar cultural figueirense”, disse à agência Lusa Mário Silva, promotor do evento.

O organizador, filho do artista plástico com o mesmo nome, adiantou que o PAC — que identifica, através de um logótipo, cada um dos locais onde está exposto ou acessível um quadro, uma escultura ou um livro — quer confrontar o visitante com “encontros artísticos improváveis”, proporcionados por artistas ligados à Figueira da Foz.

Ouvido pela Lusa, António Tavares, vereador da autarquia local com o pelouro da Cultura, considerou o PAC “uma forma popular de acesso à arte em espaços improváveis e não convencionais”, localizados, maioritariamente, na baixa da cidade e na zona turística do chamado Bairro Novo.

A pintura de Cunha Rocha estará numa barbearia ou a de Heitor Chichorro numa loja de vestuário, há mais quadros num talho, numa sapataria ou numa lavandaria, mas também em hotéis e restaurantes. Há escultura numa farmácia e numa geladaria e produção literária em dentistas e cafés, entre outros locais.

 

In PÚBLICO

 

 

 

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