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Miguel Bento conquistou a Junta de Alqueidão para o PS, depois de 16 anos de mandatos do PSD

Sucedeu a Maria Caeiro, que presidiu à junta de Alqueidão durante vários mandatos. Como encontrou a freguesia?
Encontrei uma freguesia bem de saúde, não nos foram passadas dívidas. Foi-nos deixado um saldo magrinho, mas, com a implementação de uma gestão transparente, rigorosa, dedicada, conseguimos levar o nosso barco a bom porto.

O estado das vias rodoviárias é o principal problema de Alqueidão?
É um dos principais problemas da nossa freguesia. Serão intervencionadas a curto prazo [o início dos trabalhos estava previsto para a terça-feira]. Um das artérias da localidade de Calvete vai ser intervencionada com tapete a quente, nas próximas semanas.

Quais são os outros problemas?
A ação social é um dos problemas que nos está a preocupar. Temos dois casos resolvidos com sucesso. Temos outras duas situações ainda em fase de análise, porque são processos burocráticos que demoram muito tempo.

Alqueidão sente a interioridade em relação à sede do concelho?
Não. Embora esteja na cauda, na parte sul do concelho, temo-nos, cada vez mais, vindo a aproximar [da sede do concelho].

O atual Plano Diretor Municipal (PDM) é um problema para o desenvolvimento e o crescimento da freguesia?
O PDM está a ser revisto pela câmara. Por mais força que tenhamos, não nos compete dizer aquilo é válido, dá para construir, vamos chamar mais habitantes… Neste momento, estamos a ter um problema com as casas devolutas. Temos casas que necessitam de obras.

Esse problema preocupa-o mais do que não se poder construir em determinadas zonas da freguesia?
Sim. É um problema que nos preocupa. O PDM não nos deixa de preocupar. Temos como objetivo, numa primeira fase, identificar [as casa devolutas] e falar com os proprietários, no sentido de requalificarem ou restaurarem as casas. Muitas delas sabemos que não vai ser possível, porque carecem de verbas muito avultadas.

 

In DIÁRIO AS BEIRAS

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Atualidade